Menu

Força, Petra!

 petra billboardPainel de homenagens a Petra Kvitova no Indian Wells Tennis Garden

Por Aline Brunello

O primeiro Masters 1000 da temporada ganhou um cantinho pra lá de especial, nesta edição de 2017: um grande painel de homenagens à tcheca Petra Kvitova, após sua ausência no circuito profissional da WTA há três meses. Instalado em uma das alamedas do charmoso Indian Wells Tennis Garden, complexo que sedia o torneio na Califórnia, o banner está à disposição dos fãs e visitantes, que já começam a deixar mensagens carinhosas e recados especiais em apoio à tenista bicampeã de Wimbledon.

Petra foi esfaqueada em dezembro passado, quando tomava café da manhã em seu apartamento, após reagir a uma tentativa de assalto e sofreu lesões nos cinco dedos e em dois nervos da mão esquerda. invasor era procurado pelo polícia, fingiu ser um técnico da empresa de energia e disse que precisava conferir o leitor de eletricidade. O ladrão fugiu levando cerca de R$ 654.O susto foi grande e Kvitova deve ficar até seis meses afastada do circuito.

Se estiver em Indian Wells, aproveite para dar aquela forcinha a uma das mais talentosas tenistas da atualidade. Passe lá e deixe sua mensagem também! Veja abaixo alguns recadinhos que os fãs estão deixando para ela por lá. Get well soon, Petra! 

Leia mais ...

Na Li e Nike: das quadras para a moda

20140730170804 52644Na Li em frente a um dos prédios que leva seu nome na sede da Nike em Shanghai

Por Aline Brunello e Ariana Brunello

“Eu sempre fui teimosa e desobediente, nunca segui as regras. Felizmente, essa natureza agora é apreciada”. A recente declaração de Na Li não parece condizente com aquela jogadora centrada e tranquila que chegou a dominar as quadras com seu jogo consistente, sua maturidade exemplar e seu talento natural para o esporte. Por outro lado, sua personalidade tão conhecida pelo público aliada à atitude questionadora e intuitiva revelada pela ex-número 2 do mundo, continua rendendo bons frutos fora das quadras.

Entre suas maiores conquistas profissionais estão 503 vitórias, três participações em Olimpíadas (2000, 2008 e 2012), nove títulos de simples e dois em Grand Slams (Roland Garros 2011 e Australian Open 2014) e chegou a disputar doze finais de torneios. Em quinze anos de carreira, Na Li acumulou mais de US$ 16 milhões em premiação e faturava, em média, 23,5 milhões de dólares por ano, chegando a figurar como a segunda atleta mais bem paga do mundo. A chinesa foi referência entre suas companheiras da WTA, uma das tenistas mais queridas do circuito na época e se tornou um orgulho para seu país, por ser a única jogadora da China a conquistar tais feitos no tênis.

O sucesso também se estendeu à vida pessoal. Na Li hoje é mãe de Alisa e Sapajou, frutos de seu bem sucedido casamento com Jiang Shan há 11 anos, que também foi seu treinador durante um período na carreira e continuou em sua equipe até a chinesa anunciar a aposentadoria em 2014, quando Li afirmou que se afastar do esporte foi a decisão certa para ela e sua família. Mas a lesão crônica no joelho direito que a retirou das quadras, não a afastou do tênis. Três anos após abandonar a faixa preta analgésica que completava seu look nas partidas, Na Li lança uma coleção cápsula exclusiva em parceria com a Nike, sua patrocinadora há mais de vinte anos.

Leia mais ...

Arte na bolinha

bolinha2Bolinhas customizadas por artistas são sucesso no Brasil Open

Lojas, comidinhas, bebidas, sessões de fotos e autógrafos, entretenimento e muita diversão. No boulevard do Brasil Open tem opções que agradam a todos os gostos. Mas uma atração, em especial, tem chamado a atenção do público que passeia pelas charmosas alamedas do Clube Pinheiros: a customização de bolinhas de tênis. Crianças, adolescentes, adultos, praticantes do esporte ou não. Todo mundo quer registrar sua marca pessoal e levar a amarelinha - que nem sempre continua assim depois do resultado final - pra casa.

A fila é grande. “Mais de mil e duzentas pessoas já garantiram sua bola customizada, uma média de 250 por dia e, até a final no domingo, muitas outras ainda devem passar por aqui. O cliente vem com uma idéia na cabeça e nossos artistas colocam essa idéia em prática nas bolinhas”, diz Renato Vegas, coordenador do stand. Entre pincéis, tintas, canetas e sprays estão os artistas responsáveis pelas obras de arte que atraem todos os olhares e já viraram objeto de desejo de todo fã de tênis.

Otavio Costa Braga e Felipe Carvalho foram escolhidos após uma seleção entre grafiteiros e desenhistas consagrados, para realizarem o trabalho durante o Brasil Open. Otavio trabalha há 23 anos como desenhista, começou com grafite e hoje tem um estúdio de tatuagem. “Nunca tive essa experiência com bolinhas de tênis antes, é trabalhoso porque elas são bem peludas e dificultam um pouco o processo, mas estamos conseguindo fazer o trabalho”.

Leia mais ...

O Grande Gui

Brasil Open - VilasExposição sobre a carreira de Guillermo Vilas no Brasil Open 2017 (Imagem: Divulgação)

De uma partida exibição disputada no Obras Sanitarias Club, em 1974, na bela Buenos Aires, para as quadras de tênis mundo afora. Ali surgia uma das jogadas mais incríveis, curiosas, fascinantes e desafiadoras da história do esporte: quando o tenista corre para o fundo da quadra e, de costas para o adversário, rebate a bola entre as pernas.

Um ano depois, em uma partida oficial em Indianápolis, nos Estados Unidos, entre Guillermo Vilas e Manuel Orantes, o “Gran Willy” entrava de vez para a história do esporte.  A inspiração de Vilas veio de uma propaganda em que um jogador de polo - outro esporte com muita tradição entre os argentinos – acertava a bola para trás, entre as patas traseiras do seu cavalo.

Em homenagem ao maior tenista argentino de todos os tempos, o Brasil Open 2017 apresenta a exposição “O Aventureiro”, que retrata os momentos mais marcantes da carreira de Vilas, considerado um dos melhores da história e inventor do Gran Willy. As obras criadas pelo artista argentino Carlos Crispo estão à mostra para o público no Hospitality Center, ao lado da Quadra Central do Esporte Clube Pinheiros. Se estiver em São Paulo, corre pra lá. Vale a pena conferir!

Leia mais ...

Tênis paralímpico: emoção, inspiração e superação

ParalympicsGB Rio 2016 wheelchair tennis teamTenistas da equipe inglesa paralímpica RIO 2016 (Foto: Federação Inglesa do Desporto para Deficientes/EFDS)

Um dia de muita inspiração, emoção e inclusão social por meio do esporte. Foi assim que o grupo de atletas amadores da ONG Empresto Minhas Pernas by Fast Wheels acompanhou os treinos dos tenistas da equipe inglesa paralímpica, antes dos Jogos Rio 2016. Os integrantes do projeto sediado em Santos, litoral paulista, tiveram a oportunidade de conhecer alguns dos melhores atletas do mundo na modalidade paralímpica, que os receberam na Academia Play Tennis, em São Paulo.

Além da tradição no tênis, a Inglaterra veio com um time de peso para os Jogos RIO 2016. Entre os grandes nomes da equipe estão: Jordanne Whiley (ranking 4) e Lucy Shuker (ranking 7), Louise Hunt (ranking 13), Alfie Hewett  (ranking 14), Dave Phillipson (ranking 24), Marc McCarroll (ranking 20), Gordon Reid (ranking 5), Andy Lapthorne (ranking 4), Jamie Burdekin (ranking 7) e Antony Cotterill (ranking 9).

Doz dez jogadores, oito integraram o time que disputou a última edição dos Jogos Paralímpicos. Entre eles, três subiram ao pódio em Londres 2012: Jordanne Whiley (prata), Lucy Shuker (bronze) e Andy Lapthorne (prata). E três foram campeões de Grand Slam recentemente: Jordanne Whiley (duplas Roland Garros e Wimbledon 2016), Gordon Reid (duplas Australian Open, Roland Garros e Wimbledon 2016) e Andy Lapthorne (simples Australian Open 2014 e duplas Roland Garros 2016).

Leia mais ...
Assinar este feed RSS