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Arte na bolinha

bolinha2Bolinhas customizadas por artistas são sucesso no Brasil Open

Lojas, comidinhas, bebidas, sessões de fotos e autógrafos, entretenimento e muita diversão. No boulevard do Brasil Open tem opções que agradam a todos os gostos. Mas uma atração, em especial, tem chamado a atenção do público que passeia pelas charmosas alamedas do Clube Pinheiros: a customização de bolinhas de tênis. Crianças, adolescentes, adultos, praticantes do esporte ou não. Todo mundo quer registrar sua marca pessoal e levar a amarelinha - que nem sempre continua assim depois do resultado final - pra casa.

A fila é grande. “Mais de mil e duzentas pessoas já garantiram sua bola customizada, uma média de 250 por dia e, até a final no domingo, muitas outras ainda devem passar por aqui. O cliente vem com uma idéia na cabeça e nossos artistas colocam essa idéia em prática nas bolinhas”, diz Renato Vegas, coordenador do stand. Entre pincéis, tintas, canetas e sprays estão os artistas responsáveis pelas obras de arte que atraem todos os olhares e já viraram objeto de desejo de todo fã de tênis.

Otavio Costa Braga e Felipe Carvalho foram escolhidos após uma seleção entre grafiteiros e desenhistas consagrados, para realizarem o trabalho durante o Brasil Open. Otavio trabalha há 23 anos como desenhista, começou com grafite e hoje tem um estúdio de tatuagem. “Nunca tive essa experiência com bolinhas de tênis antes, é trabalhoso porque elas são bem peludas e dificultam um pouco o processo, mas estamos conseguindo fazer o trabalho”.

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O Grande Gui

Brasil Open - VilasExposição sobre a carreira de Guillermo Vilas no Brasil Open 2017 (Imagem: Divulgação)

De uma partida exibição disputada no Obras Sanitarias Club, em 1974, na bela Buenos Aires, para as quadras de tênis mundo afora. Ali surgia uma das jogadas mais incríveis, curiosas, fascinantes e desafiadoras da história do esporte: quando o tenista corre para o fundo da quadra e, de costas para o adversário, rebate a bola entre as pernas.

Um ano depois, em uma partida oficial em Indianápolis, nos Estados Unidos, entre Guillermo Vilas e Manuel Orantes, o “Gran Willy” entrava de vez para a história do esporte.  A inspiração de Vilas veio de uma propaganda em que um jogador de polo - outro esporte com muita tradição entre os argentinos – acertava a bola para trás, entre as patas traseiras do seu cavalo.

Em homenagem ao maior tenista argentino de todos os tempos, o Brasil Open 2017 apresenta a exposição “O Aventureiro”, que retrata os momentos mais marcantes da carreira de Vilas, considerado um dos melhores da história e inventor do Gran Willy. As obras criadas pelo artista argentino Carlos Crispo estão à mostra para o público no Hospitality Center, ao lado da Quadra Central do Esporte Clube Pinheiros. Se estiver em São Paulo, corre pra lá. Vale a pena conferir!

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Tênis paralímpico: emoção, inspiração e superação

ParalympicsGB Rio 2016 wheelchair tennis teamTenistas da equipe inglesa paralímpica RIO 2016 (Foto: Federação Inglesa do Desporto para Deficientes/EFDS)

Um dia de muita inspiração, emoção e inclusão social por meio do esporte. Foi assim que o grupo de atletas amadores da ONG Empresto Minhas Pernas by Fast Wheels acompanhou os treinos dos tenistas da equipe inglesa paralímpica, antes dos Jogos Rio 2016. Os integrantes do projeto sediado em Santos, litoral paulista, tiveram a oportunidade de conhecer alguns dos melhores atletas do mundo na modalidade paralímpica, que os receberam na Academia Play Tennis, em São Paulo.

Além da tradição no tênis, a Inglaterra veio com um time de peso para os Jogos RIO 2016. Entre os grandes nomes da equipe estão: Jordanne Whiley (ranking 4) e Lucy Shuker (ranking 7), Louise Hunt (ranking 13), Alfie Hewett  (ranking 14), Dave Phillipson (ranking 24), Marc McCarroll (ranking 20), Gordon Reid (ranking 5), Andy Lapthorne (ranking 4), Jamie Burdekin (ranking 7) e Antony Cotterill (ranking 9).

Doz dez jogadores, oito integraram o time que disputou a última edição dos Jogos Paralímpicos. Entre eles, três subiram ao pódio em Londres 2012: Jordanne Whiley (prata), Lucy Shuker (bronze) e Andy Lapthorne (prata). E três foram campeões de Grand Slam recentemente: Jordanne Whiley (duplas Roland Garros e Wimbledon 2016), Gordon Reid (duplas Australian Open, Roland Garros e Wimbledon 2016) e Andy Lapthorne (simples Australian Open 2014 e duplas Roland Garros 2016).

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A Passarela Olímpica

rio 2016Cerimônia de abertura Rio 2016

Uma passarela de luzes, alegria e patriotismo. O espírito olímpico invadiu o Maracanã e o Centro de Tênis no Rio de Janeiro, dando o tom e ditando a moda no maior evento esportivo do planeta. Da cerimônia de abertura ao último dia de competição, os atletas do tênis deram um show de elegância, mostrando que fair play é uma tendência eterna, em qualquer lugar do mundo.

O amor pelo país também é um item indispensável no dia a dia dos tenistas que participaram da Rio 2016, afinal esta edição não valeu pontos no ranking, nem distribuiu premiações em dinheiro, como manda uma das tradições olímpicas. Mesmo assim, alguns dos melhores do mundo mostraram que vestir a camisa é fundamental na carreira de um atleta, um exemplo a ser seguido no esporte e também na moda.

Além de muito bem representado por Caroline Wozniacki, Rafael Nadal, Andy Murray e Gilles Muller na cerimônia de abertura, o tênis também fez bonito nas quadras do complexo olímpico. Jogadas incríveis, partidas emocionantes e belos uniformes roubaram a cena. Confira quem subiu no pódio e garantiu medalha, dentro e fora das quadras, na Rio 2016.

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Nicolás Massú: suor, lágrimas e ouro

 massu atenasNicolás Massú, único tenista a conquistar duas medalhas de ouro na mesma edição dos Jogos Olímpicos, em Atenas 2004 (Foto: Agência/Reuters)

Superação: passar por todas as dificuldades, ir além dos limites, transcender, triunfar. O filósofo grego Platão já dizia: "Vencer a si próprio é a maior de todas as vitórias". Mas, melhor do que qualquer frase ou definição é ver essa incrível capacidade virar realidade. Não apenas uma vez. Foi assim, pouco a pouco, superando todos os limites físicos e mentais, que Nicolás Massú entrou definitivamente para a história do esporte mundial. O palco: Grécia, berço da filosofia e do esporte.

Foi em 2004, em Atenas, que o chileno se tornou o único tenista a conquistar duas medalhas de ouro na mesma edição dos Jogos Olímpicos. A primeira, nas duplas, veio ao lado de Fernando González, após vitória sobre os irmãos Bryan nas quartas-de-final e depois de uma batalha de 3 horas e 43 minutos na final diante de Rainer Schuettler e Nicolas Kiefer. A segunda, em simples, veio para coroar o duelo final de 4 horas com Mardy Fish, e uma dura estreia contra Guga Kuerten. As partidas, que refletiram o verdadeiro espírito da Grécia Antiga, mudaram para sempre a vida “del Vampiro”, apelido pelo qual é conhecido no circuito.

Com o início da Olimpíada no Rio de Janeiro, os olhos do mundo se voltam para mais uma edição do maior espetáculo esportivo do planeta e o tênis relembra o feito histórico de uma das lendas do esporte chileno. O Tennis Report bateu um papo com Nicolás Massú, durante sua última visita ao Brasil. O campeão dos ATPs de Buenos Aires, Amersfoort, Palermo, Kitzbuhel e Brasil Open 2006, falou sobre a carreira, a paixão pela Copa Davis, a relação com Fernando González e Marcelo Ríos, os recentes casos de doping no esporte, os bons momentos vividos no Brasil, a conquista olímpica e muito mais. Confira!

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