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Olhares sobre Roger Federer

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Ver o maior tenista de todos os tempos em ação, com sua maestria, é bem diferente de estar do outro lado da rede e jogar contra ele nas quadras mundo afora. Situações que confirmam a teoria de que “tudo depende dos olhos de quem vê”.

Pensando nisso, o escritor Scoop Malinowski reuniu depoimentos de torcedores, jornalistas e fotógrafos especializados em tênis, pegadores de bolinha, celebridades e até mesmo dos próprios jogadores que dividem ou já dividiram a quadra com o homem que ocupou a primeira posição do ranking mundial por mais de 300 semanas e é considerado o melhor de todos os tempos.

Os fãs revelam todos os detalhes do tão sonhado encontro com o ídolo. Já Andre Agassi, Patrick Rafter, Jim Courirer, Lleyton Hewitt, Guilhermo Cañas, James Blake e Rafael Nadal estão entre os 50 tenistas que contam suas experiências e compartilham momentos engraçados, curiosos e emocionantes vividos ao lado de Roger Federer. Cada um com um olhar diferente.

“Facing Federer” (Encarando Federer) é o novo livro de Malinowski, que também já publicou “Marcelo Rios: o homem que mal conhecemos”, em 2011.

Confira alguns trechos da obra que promete agitar as livrarias e o mundo do tênis nos próximos dias:

Andre Agassi - "Joguei contra ele em Basel e nunca imaginei que teria a carreira que ele teve. Parecia que tentava imitar Sampras na primeira vez que nos encontramos. Mas ele não parecia tão bom, não sacava tão bem e não decidia se queria subir à rede ou jogar na linha de base. Não pensei que um dia ele chegaria ao topo, mas ele me provou que eu estava errado (risos)."

Patrick Rafter - "Ele era um bom amigo dos australianos, foi treinado por um australiano (Peter Carter) e eu era um outro australiano que ele admirava. Sempre nos demos bem. Então, na próxima vez que jogamos (2001 em Halle), eu vi que ele estava começando a perder, mas na verdade estava apenas me analisando. Foi quando pensei: “está na hora de me aposentar...”.

"Ele é mais forte mentalmente. Seu jogo sempre melhorava. Qualquer jogador em início de carreira evolui, o jogo fica mais forte e nos primeiros anos está descobrindo onde deve trabalhar seu jogo. E trabalhar tão pesado quanto nos treinos pode ser muito difícil. Levou um tempo até que suas jogadas ficassem realmente boas. E foi o que aconteceu".

Jim Courier - "Minha primeira lembrança de Roger Federer: Eu o conheci em uma exposição no River Oaks em Houston, em 2000, e ele estava com Peter Lundgren. Me lembro de conhecê-lo na festa de um patrocinador dos jogadores e ele era o garoto cabeludo do rabo de cavalo que eu tinha ouvido falar. Ele era muito gentil e descontraído. Ninguém percebia, mas ouvia comentários de que ele realmente tinha um dom".

James Blake - "Durante a maior parte de sua carreira senti que seu auge coincidiu com o meu porque eu me sentia muito bem na quadra, eu estava jogando o meu melhor. Ele era o único cara que eu enfrentava e achava que poderia perder mesmo jogando bem. Foi difícil pra mim. Fiquei emocionado em minha única vitória sobre ele nas Olimpíadas. Ele me fez conhecer um outro nível de tênis...”.

"O que eu sempre vou lembrar: quando quebrei meu pescoço em Roma, durante um treino, fui para o hospital. Meu treinador estava comigo e nós estávamos tentando sair de lá. Mas só saimos alguns dias depois. O médico do torneio me visitou e trouxe um bilhete de um jogador que dizia: ‘Espero que você melhore. Sinto muito pelo que aconteceu...Roger Federer’. Ele estava disputando o torneio e tirou um tempo para me escrever um bilhete. Assim que voltei ao circuito fiz questão de dizer: ‘Muito obrigado. Muito bom saber que você realmente se importa com os outros jogadores".

Quer saber mais? "Facing Federer" já está disponível no site da Amazon: www.amazon.com/Facing-Federer-Scoop-Malinowski/dp/1490387064 

Fonte: www.atpworldtour.com 

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