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O novo Federer, por Ivan Ljubicic

federer ivan

Por Matheus Martins Fontes, colunista do Tennis Report

Dezembro de 2015. O suíço Roger Federer opta por encerrar a parceria de dois anos com seu ídolo Stefan Edberg e decide integrar Ivan Ljubicic em sua equipe. Muitos fãs do suíço reclamam da atitude em trocar o certo pelo duvidoso questionando o que o croata poderia fazer de melhor no lugar do sueco, ex-líder do ranking.

Nos primeiros seis meses de parceria, a preocupação só aumenta, pois Federer não conquistou nenhum título – seu pior início em mais de uma década. Para piorar, é submetido à primeira cirurgia da carreira, no joelho em fevereiro de 2016, e precisa encerrar o ano antes da hora para “cicatrizar” a lesão. Com isso, perde Jogos Olímpicos do Rio, US Open e ATP Finals.

Muitos fãs já cogitam a possibilidade de Federer anunciar sua aposentadoria. Afinal, o que mais falta para o vencedor de 17 Grand Slams e recordista em semanas como número 1 nessa altura da carreira, aos 35 anos?

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O museu de Rafael Nadal

 museu rafael-nadalA história de Rafael Nadal no Sport Xperience Museum

Um espaço interativo com jogos, simuladores, objetos pessoais e inúmeros troféus conquistados ao longo da carreira, desde os campeonatos juvenis até os mais recentes títulos em torneios ATP, Masters 1000 e Grand Slams. A história de sucesso de um dos tenistas mais importantes da Era Aberta agora está registrada no Sport Xperience Museum. Presentes dados por atletas e amigos de outros esportes como Pau Gasol, Jorge Lorenzo, Fernando Alonso, Messi e Ronaldo também fazem parte do incrível acervo.

O museu, aberto ao público, fica dentro do mega complexo Rafa Nadal Sports Centre, que ainda está em fase de construção em Manacor, sua cidade natal. O objetivo do futuro centro internacional de tênis de alta performance, patrocinado pelo tenista espanhol, é atrair jovens do mundo todo, com idades entre 8 e 17. O local vai contar com uma escola, um centro de treinamento de tênis - com quadras outdoor e indoor, academia, piscina coberta, salas de recuperação e um campo de futebol - e também uma área para residência dos estudantes.

O orçamento do projeto está avaliado em cerca de 20 milhões de euros e Nadal vai arcar com 5% dos custos da construção, para ajudar a promover o tênis na Espanha. O Rafa Nadal Sports Centre também vai abrigar a sede da Fundação Rafa Nadal, que utiliza o esporte como forma de inclusão social de crianças menos favorecidas de Manacor. O Tennis Report mostra um pouquinho do museu pra você!

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Made in Brazil

Winner-Wimbledon-2016-DegrossiO tradicional painel manual de Wimbledon, que inspirou o trabalho de Fernando Degrossi

Quadras de grama, uniformes brancos, Royal Box, middle sunday, morangos com chantilly, Pimm’s Cup... São muitas as tradições no mais antigo torneio de tênis da história que completa 130 anos. Para celebrar a data, os organizadores do terceiro Grand Slam da temporada tiveram uma ideia diferente - e genial - para uma de suas tradições: convidar artistas e designers gráficos do mundo todo para reproduzirem o espírito de Wimbledon no pôster comemorativo de 2016.

Ao longo de duas semanas, chegaram ao All England Club nada menos do que 1.124 trabalhos vindos de vários países. Mas, apenas uma das obras de arte seria escolhida para representar esta edição tão especial do torneio. Em uma primeira seleção, dez participantes se destacaram. E entre os dez, o pôster vencedor foi o do designer brasileiro Fernando Degrossi, que serão produzidos, exibidos e vendidos durante as duas semanas de competição na capital inglesa.

Fã do esporte e de Novak Djokovic, o artista de São Paulo bateu um papo com o Tennis Report sobre o trabalho desenvolvido para o torneio mais tradicional do calendário e outros desenhos de sucesso em sua carreira, a importância de levar a arte brasileira para o mundo, a aprovação da artista russa Yulia Brodskaya, que desenhou o cartaz em 2015, os elogios que recebeu de Philip Brook, presidente do All England Club, e claro, sobre tênis. Confira!

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Andrés Bella: das quadras para as galerias de arte

 AB Hearts"Heart at Work" feita com pedaços de raquetes e tinta spray em moldura de madeira: 1,94m x 1,55m de puro amor pelo esporte e pela arte

Ele descobriu o tênis nas quadras públicas do bairro de Queens, Nova York. Lá, começou a desenvolver a competitividade no esporte e também a criatividade para a arte, influenciado por metrôs e edifícios cobertos por grafite. O talento natural para o esporte fez com que se tornasse o capitão da equipe de tênis da primeira divisão da Universidade Quinnipiac. Disputou uma partida com James Blake - ex-número 4 do ranking da ATP - ainda na escola e até instalou persianas no apartamento de John McEnroe, um dos maiores jogadores da história.

Mas, o grande legado de Andrés Bella não está dentro da quadra ou ao lado de grandes nomes do esporte. A técnica, a tática, a criatividade e o talento deste apaixonado por tênis, exprimem-se através da arte. Bolinhas, raquetes, cordas, overgrips e grommets saem das quadras diretamente para suas obras, feitas exclusivamente com estes materiais usados para a prática da modalidade. O objetivo é olhar o passado para compreender o presente e influenciar o futuro, desconstruindo os aspectos da competição humana para expor os elementos de nossa existência.

Andrés Bella já expôs suas obras em locais como Dorian Grey Gallery, Sunday’s Auction House, Artworks ADL, Town Tennis Club, Vanderbilt Tennis Club, Midtown Tennis Club, em Nova York, no Milford Indoor Tennis Club, em Milford, Connecticut, na The Froelich Gallery, em Nashville, Tennesse, e no Citi Open (ATP 500 de Washington D.C.). Mas não é preciso ir até os Estados Unidos para conhecer este belo trabalho. O Tennis Report mostra, com exclusividade pra você, os incríveis retratos que reproduzem grandes nomes do esporte, as belíssimas telas em tinta, as obras de arte, o ateliê e a história de sucesso deste artista tão apaixonado por tênis quanto a gente. Confira!

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Uma causa anim-au-au-au

auauCostela em ação no Brasil Open (Foto: Leandro Martins/DGW Comunicação)

Eles são fofos, lindos e têm algo em comum com o público presente no Clube Pinheiros: AMAM a bolinha amarela! Os Cãodulas - cães gandulas - atrairam todos os olhares, de crianças, jovens e adultos, e roubaram a cena na quadra central do Brasil Open.

Para substituirem os boleiros, os simpáticos cãezinhos foram adestrados para pegar as bolinhas de tênis e se divertiram muito correndo pra lá e pra cá, durante o treino entre o espanhol Roberto Carballes Baena e o português Gastão Elias, realizado antes da sessão noturna no ATP 250 de São Paulo. Por trás da diversão, uma causa nobre: incentivar e divulgar a importância da adoção de animais abandonados.

Frida, Costela, Mel e Isabelle, as novas estrelas das quadras, são alguns dos pets resgatados pela ABEAC - Associação Bem-Estar Animal Amigos da Célia, que abriga mais de mil cães e gatos e é uma das ONG’s que contam com o apoio do Instituto PremieR Pet, que há muitos anos fornece alimentos para diversos abrigos no Brasil.

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MyATP: a rede social da ATP

 myatp cel 1MyATP: por dentro de tudo que rola na ATP World Tour (Foto: Ariana Brunello)

Às vésperas do torneio que reune os melhores do ano e encerra a temporada do tênis masculino, a Associação dos Tenistas Profissionais inova mais uma vez e traz uma super novidade para os apaixonados pelo esporte. A entidade acaba de lançar o MyATP, aplicativo que promete agitar ainda mais o mundo do tênis em meio à era das redes sociais.

Com tecnologia da Vixlet, o MyATP chega para conectar os fãs de tênis ao universo da ATP World Tour, seus jogadores, torneios e, claro, aos bastidores desse esporte que a gente tanto ama, como nenhuma outra rede social até hoje. Disponível na Apple Store, no Google Play e também pelo site www.MyATP.com, a rede social oficial da entidade máxima do esporte oferece muita interatividade entre os usuários, divulga as últimas notícias e também disponibiliza conteúdos digitais exclusivos sobre os bastidores da ATP World Tour, os jogadores e os torneios que acontecem em todo o mundo.

A festa de lançamento da rede social da ATP reuniu os oito melhores jogadores de simples do mundo no City Hall, em Londres, antes de ser dada a largada para o Barclays ATP World Tour Finals 2015. "Sem dúvida, as mídias sociais têm revolucionado a maneira com que as pessoas se conectam com os seus interesses e paixões", disse Chris Kermode, CEO da ATP. "Fico contente que a ATP, juntamente com a Vixlet, estejam na vanguarda desta nova tecnologia que permitirá maior acesso dos fãs ao mundo da ATP World Tour, como nunca antes imaginado."

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Honey Deuce: o coquetel oficial do US Open

honey deuceCheers!

Sol, calor, muitas cores e uma multidão de fãs de tênis invadem Nova York. Nesse clima contagiante acontece o último Grand Slam da temporada, que chega para aquecer ainda mais o verão nas quadras rápidas norte-americanas. Previsões, sorteio das chaves, surpresas e zebras à parte, uma coisa é certa: ninguém resiste a um bom drink para acompanhar as partidas durante o US Open.

Além das clássicas limonadas aromatizadas em diversos sabores, outra bebida faz parte do menu nos bares do complexo Billie Jean King desde 2007 e é sucesso absoluto entre o público. É o Honey Deuce, coquetel criado por Nick Mautone, mestre mixologista da Grey Goose, especialmente para refrescar as altas temperaturas e a grande umidade que toma conta de Flushing Meadows nessa época do ano.

E já virou tradição. Quem está no US Open faz questão de experimentar esse drink tão famoso e, claro, levar o copo de lembrança na mala. Mas, não é preciso ir até Nova York para degustar o coquetel mais badalado dos torneios de tênis. A receita é super simples e dá para fazer em casa numa boa, mesmo que você não seja um barman ou especialista. Afinal, nada melhor do que acompanhar as partidas do último Grand Slam de 2015 com o gostinho oficial do torneio!

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Sunday Middle Sunday

middle keepMiddle Sunday, o dia de folga em Wimbledon

Tradição. Valores, costumes e bens culturais transmitidos de geração a geração, por serem considerados valiosos em uma sociedade. No tênis, esse ritual continua mais vivo do que nunca, um dos motivos pelos quais esse esporte é tão especial. Cada torneio tem suas peculiaridades e o mais antigo de todos sabe muito bem como sobreviver, firme e forte, com seu próprio ritual, ao longo dos anos.

Quadras de grama, morangos com creme, royal box, silêncio descomunal, ingressos esgotados, ausência de propagandas e entrevistas nas quadras, dias chuvosos, outfits exclusivamente brancos para os jogadores, que saem sempre juntos ao final da partida, uniformes clássicos no estilo vintage para os juizes e um dia de folga.

Desde 1877, as quadras do All England Lawn Tennis and Crocquet Club recebem o torneio de Wimbledon, que começa no final de junho e termina no início de julho. São catorze dias de muita emoção, surpresas e casa cheia. Menos no domingo entre a primeira e a segunda semanas do campeonato. É o “Middle Sunday”, um dia de descanso no cronograma do Grand Slam inglês.

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Das quadras para os gramados

 fut fognaFabio Fognini: “Palmeiras, scoppia che la vittoria è nostra”

Do avião para o hotel, do hotel para a quadra, da quadra para a academia, da academia para o hotel, do hotel para o avião novamente. Vida de tenista é assim, falta tempo, sobram compromissos que devem ser cumpridos religiosamente onde quer que estejam. Ou seja, sempre a mesma rotina. Quase sempre.

Nas poucas horas de folga na agenda, o jeito é aproveitar e curtir cada minuto fazendo o que mais gosta. Faz bem descansar o corpo e, principalmente, a mente. Alguns jogadores gostam de explorar a culinária local e visitar bons restaurantes. Outros preferem conhecer pontos turísticos pelas cidades onde passam. E há quem não abra mão de curtir alguns eventos esportivos.

Mas, quando o assunto é esporte, não tem jeito! O futebol é mesmo a segunda modalidade na vida de quase todos os tenistas. E nada melhor do que prestigiar grandes clássicos e eternos ídolos dos gramados, é claro, no país do futebol. Aproveitando uma brecha na semana do Brasil Open, os craques do saibro não perderam tempo e correram para o estádio em São Paulo.

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Arte de rua no Rio Open 2015

poster toz claroRio Open retratado no poster de Tomaz Viana, o Toz (Imagem: Divulgação)

Tênis é arte. Seja nas jogadas espetaculares, na tradição das regras, no fair play dos jogadores, no design dos equipamentos, nos uniformes ou na cultura própria do esporte. Uma história tão rica que pode ser vista em diversos museus específicos sobre o assunto mundo afora.

Então por que não trazer um pouquinho mais de arte a esse universo tão admirado até mesmo por quem entende pouco do que acontece dentro e fora das quadras? Assim como na confecção dos trofeus, uma das tradições que regem o esporte é ver o espírito do torneio onde ele acontece, retratado em um poster criado por um grande artista local.

Em alguns torneios como Roland Garros, essa prática é mantida há anos e é possível ver todos os posteres comemorativos de edições passadas num cantinho especial do Museu da Federação Francesa de Tênis. O sucesso é tão grande que chegou ao Brasil. Para comemorar a segunda edição, o Rio Open já tem seu espírito retratado em um poster super especial.

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