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O Grande Gui

Brasil Open - VilasExposição sobre a carreira de Guillermo Vilas no Brasil Open 2017 (Imagem: Divulgação)

De uma partida exibição disputada no Obras Sanitarias Club, em 1974, na bela Buenos Aires, para as quadras de tênis mundo afora. Ali surgia uma das jogadas mais incríveis, curiosas, fascinantes e desafiadoras da história do esporte: quando o tenista corre para o fundo da quadra e, de costas para o adversário, rebate a bola entre as pernas.

Um ano depois, em uma partida oficial em Indianápolis, nos Estados Unidos, entre Guillermo Vilas e Manuel Orantes, o “Gran Willy” entrava de vez para a história do esporte.  A inspiração de Vilas veio de uma propaganda em que um jogador de polo - outro esporte com muita tradição entre os argentinos – acertava a bola para trás, entre as patas traseiras do seu cavalo.

Em homenagem ao maior tenista argentino de todos os tempos, o Brasil Open 2017 apresenta a exposição “O Aventureiro”, que retrata os momentos mais marcantes da carreira de Vilas, considerado um dos melhores da história e inventor do Gran Willy. As obras criadas pelo artista argentino Carlos Crispo estão à mostra para o público no Hospitality Center, ao lado da Quadra Central do Esporte Clube Pinheiros. Se estiver em São Paulo, corre pra lá. Vale a pena conferir!

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Tênis e arte: a exposição de Ana Soler no Brasil

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Mais de cinco mil bolinhas de tênis suspensas que parecem saltar fora das paredes e do chão. A obra aparentemente reproduz os efeitos e a trajetória conectada e linear da bola ao tocar a raquete dentro da quadra. Mas, fora dela, representa uma metáfora às causas e aos efeitos de nossos pensamentos.

Um emaranhado de formas minuciosamente construído que invade o espaço e nos faz refletir sobre o desfecho de cada decisão que tomamos e para onde elas nos levam. Ou seja, refletem o caminho que seguimos em nossas vidas. É a instalação
 Causa e Efeito (Causa-Efecto), criada em 2011 por Ana Soler e que, após ganhar repercussão mundial, chega ao Brasil pela primeira vez.

A artista plástica nasceu em 1972 e se formou em Belas Artes na Universidade de Sevilha, sua cidade natal, em 1994. Com mais de 30 prêmios no currículo, a espanhola costuma utilizar objetos do cotidiano em suas obras e tem fascínio pelo novo e desconhecido, os quais inspiram seu trabalho de tornar sensível o insensível, como ela mesma diz.

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