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Inesperadamente Roland Garros

RG classementCampeões de Roland Garros nos últimos dez anos (Foto: AFP)

O segundo Grand Slam do ano começou e, como não poderia ser diferente, já traz muita expectativa, previsões de duelos inesquecíveis, promessa de casa cheia e, claro, muita chuva pra dar aquele suspense a mais nas próximas semanas. Tudo perfeitamente dentro do esperado se não fosse apenas um detalhe.

Diferentemente dos anos anteriores, Roland Garros não tem um único favorito ao título e esta edição já é considerada a mais aberta dos últimos dez anos. Basta analisarmos a temporada 2014 desde o início. Independentemente da superfície e do ranking, Rafael Nadal, Novak Djokovic, Roger Federer e Andy Murray ainda mantêm a superioridade, mas já não são imbatíveis como antes, seja qual for o torneio. Além disso, novos talentos como Kei Nishikori, Grigor Dimitrov, Milos Raonic e velhos conhecidos como Stanislas Wawrinka têm ameaçado brilhantemente o reinado dos “Big Four”.

A mesma imprevisibilidade vemos na chave de duplas. A invencibilidade de Bob e Mike Bryan não é mais absoluta já há algum tempo, apesar dos gêmeos norteamericanos ainda serem uma das melhores duplas da história. Hoje o caminho está livre para outros grandes nomes do circuito, como Daniel Nestor e Nenad Zjmonic, Lukas Kubolt e Robert Lidsted, Bruno Soares e Alexander Peya, Marcelo Melo e Ivan Dodig, a dupla-revelação de 2014 Juan Cabal e Robert Farah, entre outros.

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Nas quadras com Fabio Silberberg

Com tanta bagagem dentro e fora das quadras, Fabio Silberberg aliou os anos de vivência no circuito e as milhas percorridas pelo mundo para levar o público ao fascinante universo dos torneios de tênis. Assim surgiu a Faberg Tennis Tour, uma agência de turismo especializada no que há de melhor em programas e ingressos para ATP 500, Masters 1000 e Grand Slams. Confira a entrevista, aperte o cinto e boa viagem!

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Suor, lágrimas e risos de uma campeã

Na LiNa Li, campeã do Australian Open 2014 (Foto: WTA/Getty Images)

Nem Serena Williams, nem Victoria Azarenka. Quem começou o ano com o pé direito e o backhand afiado foi Na Li. A chinesa já havia vencido o torneio de Shenzen e, pra temporada ficar ainda melhor, ela acaba de levantar o nono trofeu da carreira. Um dos mais importantes, senão o principal.

Aos 31 anos, Li é uma das tenistas mais completas e constantes da atualidade e mostra que nunca é tarde pra continuar triunfando e realizando sonhos, mesmo que muita gente diga o contrário. O prognóstico de que a chinesa não conquistaria mais nenhum título de Slam após Roland Garros estava errado. Após duas finais disputadas na Rod Laver Arena, em 2011 contra Kim Clijsters e em 2013 contra Azarenka, agora em 2014 ela fez bonito.

Do outro lado da rede, Dominika Cibulkova, que surpreendeu o mundo do tênis derrotando brilhantemente adversárias até então favoritas ao título, como Maria Sharapova e Agnieska Radwanska, e disputou pela primeira vez uma final de Grand Slam. Profissional desde 2004, a eslovaca é dona de três títulos e seu melhor resultado em Majors foi a semifinal de Roland Garros, em 2009. O que vimos neste Australian Open foi uma final inédita com um título também inédito. E merecido!

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Melbourne 40 graus

 Polands-Jerry-Janowicz-is-003-2Jerzy Janowicz se refresca no Melbourne Park (Foto: Getty Images)

O que os cangurus, os coalas e as altas temperaturas têm em comum? Todos são marcas registradas do país mais encantador do planeta. Na Austrália as quatro estações são bem definidas e não é novidade que, em pleno verão no hemisfério sul, os termômetros lá ultrapassem facilmente a marca dos 40 graus. E, na primeira semana do primeiro Grand Slam da temporada, Melbourne mais parece um caldeirão. O forte calor aliado à alta umidade do ar tem prejudicado muita gente.

Se para o público que apenas acompanha as partidas já é difícil, imagine para os jogadores que, muitas vezes, chegam a ultrapassar limites físicos sequer imaginados. Resultado: tenistas se arrastando nas quadras até a última gota de suor. Sem falar nas inúmeras desistências logo na rodada inicial do “Happy Slam”, que nesta edição bem que poderia ser chamado de “Heat Slam”.

Só na primeira rodada da chave principal, nove tenistas abandonaram as partidas: Andrey Golubev, Alex Bogomolov Jr, Tommy Haas, John Isner, Radek Stepanek, Julian Reister, Robin Haase, Bernard Tomic, Polona Hercog e Ivan Dodig. Desistências que igualam o recorde registrado no US Open 2011 e em Wimbledon 2013, numa única rodada de um Grand Slam na Era Aberta. Com a temperatura na casa dos 44 graus, a Política de Calor Extremo foi implementada no quarto dia do Australian Open.

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Destino: Australian Open

 2009-01-27 05.38.27 - Cópia - CópiaRod Laver Arena - Melbourne Park

O amor pelo tênis veio cedo. O encanto pelo jornalismo também. Mas poder vivenciar ambas as paixões de uma só vez é algo recente em meus 34 anos de idade, dez deles dedicados à profissão. Quando trabalhei no Bandsports tive um contato maior com a realidade do esporte e, na primeira oportunidade, não pensei duas vezes.

Saí de férias em janeiro de 2009. Destino: o outro lado do globo. Conhecer a Austrália era um sonho antigo. Praias, natureza, qualidade de vida, cultura, segurança, calor humano e muito incentivo a todos os esportes. Comprovei que o maior país da Oceania é um dos melhores do mundo, se não for o melhor, e como muita gente costuma dizer: é o Brasil que deu certo!

Mas não cruzei os oceanos e encarei mais de vinte horas de vôo apenas pra fazer turismo. Um dos objetivos era viver uma experiência profissional no Grand Slam mais democrático e hospitaleiro do circuito. E assim debutei no maravilhoso mundo do jornalismo “tenístico”: o Australian Open foi o primeiro torneio que acompanhei in loco. E a primeira vez a gente nunca esquece! Então, nada melhor do que falar sobre o primeiro Grand Slam da temporada no primeiro post do ano.

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Como planejar uma viagem de tênis

 triptennisEscolha o destino e boa viagem! (Foto: Ryan Smith /NPR)

Dezembro é o mês em que o tênis tira merecidas férias! Enquanto os jogadores se preparam para a temporada 2014, que tal você também se planejar para as suas próximas férias? Quer descansar na praia e aproveitar o sol, passear num clima ameno de meia estação ou curtir o friozinho no hemisfério norte?

Tirar alguns dias de folga é sempre bom, não importa a temperatura. Melhor ainda se, além de conhecer pontos turísticos, fizer umas comprinhas, ir a bons resturantes e museus, você também incluir no roteiro um belo torneio de tênis! Quer se aventurar do outro lado do mundo? Gosta do astral de Miami? Prefere o charme dos torneios no saibro? Curte a tradição de Wimbledon? Ou sua praia são as quadras duras norteamericanas e canadenses?

Se você sempre teve o sonho de viajar para algum torneio, mas não sabia como realizá-lo nem por onde começar, não se preocupe. O Tennis Report reuniu algumas dicas bacanas pra você já planejar as tão sonhadas férias no melhor clima “tenístico”. Papel e caneta na mão? Então, vamos lá!

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O novo Rei da Inglaterra

 fred andyAndy Murray faz história no All England Club

Fred Perry conheceu o tênis nas quadras públicas perto de sua casa em Stockport, no interior da Inglaterra.

Começou a carreira aos 18 anos e foi o primeiro jogador a ganhar os quatro torneios de Grand Slam em simples. Foram oito títulos no total. Três consecutivos na grama sagrada em Wimbledon.

O sucesso do britânico atraiu multidões às quadras do All England Club, que não via um tenista da casa levantar o caneco desde seu último título em 1936. Um jejum quebrado brilhantemente após 77 anos, no dia 7 de julho de 2013, por Andy Murray.

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A limonada de Wimbledon

 Liam lemonadeLiam e a barraquinha de limonada (Foto: Divulgação Wimbledon)

Nem Andy Murray, nem Laura Robson. A grande atração de Wimbledon, este ano, é um garotinho de apenas 4 anos de idade que nem joga tênis.

Liam Stephan vem atraindo os olhares do público, que passa todos os dias em frente a sua casa, a caminho do All England Club.

Vestindo uma camiseta com as cores da bandeira inglesa e um boné roxo em homenagem ao torneio, o pequeno escuta Bruce Springsteen no ipod enquanto vende limonada em sua charmosa barraquinha.

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A grama já foi mais sagrada

 gramaAll England Lawn Tennis and Croquet Club

A grama que cobre as quadras do All England Club é cultivada, nos mínimos detalhes, durante todo o ano.

A superfície, que deixa o jogo mais rápido e faz com que a bola deslize mais, precisa estar impecável para receber os melhores tenistas do mundo durante o verão na capital britânica.

Mas, dessa vez, o “tapete verde” parece não ter sido um bom cartão de visita. Pelo menos na primeira semana do Grand Slam mais charmoso da história, que começou de maneira bem inusitada.

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Chove chuva!

chuvaRGFestival do guarda-chuva em Roland Garros (Foto: Petr David Josek/AP)

Pela regra, um jogo de tênis tem hora pra começar e é difícil saber quando pode terminar. Mas, nesta edição de Roland Garros, a regra está sendo quebrada e a chuva tem sido a grande vilã em Paris.

O mau tempo não é nenhuma novidade nesta época do ano e já era previsto na primeira semana do torneio, mas o que muita gente não esperava eram tantos atrasos e interrupções ao longo de quase todos os dias.

A paralização pode até ser favorável para os tenistas que estão em desvantagem na partida e voltam com fôlego e mente renovados para a quadra. Mas pode ser um problema para quem está num bom momento de jogo. Sem contar que todos perdem o ritmo e são obrigados a aquecer novamente toda vez que voltam do vestiário.

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