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Roland Garros: um novo Grand Slam

DSCN6178Vista aérea do novo Estádio de Roland Garros (Foto: FFT)

Um cenário deslumbrante, muita gente bonita, boa comida e partidas inesquecíveis em um ambiente muito charmoso e acolhedor. Um evento que beira a perfeição, se não fossem a grande quantidade de pessoas que lotam os estreitos corredores do clube desde o primeiro dia e o mau tempo que insiste em dar o ar da graça, todos os anos, no mês de maio.

Mas, se não é possível mudar a primavera na capital francesa nem impedir o sucesso de público a cada edição, a solução é quebrar a tradição e investir em melhorias para garantir mais qualidade a um dos torneios mais famosos na história do esporte. Depois de analisar todas as opções, entre elas a mudança para outra localidade, a Federação Francesa de Tênis decidiu manter o segundo Grand Slam do ano em Paris.

O próximo passo foi criar um grande projeto de modernização do Estádio de Roland Garros, essencial para garantir o futuro do torneio. Assim, um dos maiores eventos esportivos do mundo vai se tornar mais atraente aos jogadores, fãs, parceiros e também à imprensa. Os mesmos protagonistas estarão em um palco diferente a partir de 2018, mas ainda fiel ao espírito e à história do tradicional Grand Slam francês.

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Uma tarde no museu

 DSCN6121-2Museu da Federação Francesa de Tênis em Roland Garros (Foto: Ariana Brunello)

Das primeiras partidas de tênis às últimas vitórias de Rafael Nadal, o recordista de títulos em Roland Garros. Aqui o esporte tem um cantinho especial com todas as fases de sua história: das bolinhas gregas de lã às oficiais padronizadas em 1555, da criação do Lawn Tennis por Wingfield em 1874 como o esporte da moda, inicialmente jogado nos gramados e jardins até os campeonatos oficiais.

Assim começa a história do tênis no mundo. Em Paris, o primeiro Campeonato Francês, precursor do torneio de Roland Garros, aconteceu em 1891 e atraiu poucos espectadores na época. Hoje, cerca de 450 mil pessoas vêm de todos os cantos para prestigiar o Aberto da França e cerca de 3 bilhões de telespectadores acompanham o torneio pela televisão a cada edição.

As quadras de Roland Garros foram construídas em 1928 após a vitória dos “quatro mosqueteiros” na Copa Davis e até hoje são palcos de duelos inesquecíveis. Assim como os outros três Grand Slams, Roland Garros revelou muitos ícones do esporte que estão eternizados num cantinho especial dentro do complexo. Prepare-se para um passeio pela história do tênis francês!

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Um papo com Carlos Bernardes em Roland Garros

DSCN6310Carlos Bernardes durante partida de duplas na quadra 14 em Roland Garros (Foto: Ariana Brunello)

Ele não tem a raquete como instrumento de trabalho, mas é o principal representante do Brasil no atual circuito mundial de tênis. Em quadra usa apenas uma caneta, com a qual controla as marcações no painel eletrônico, e os olhos, atentos a todos os lances da partida.

No extenso currículo, mais de setenta países, setecentos torneios e sete mil jogos, incluindo cinco finais de Grand Slam: US Open em 2006, quando se tornou o primeiro árbitro da ATP não nascido no país de origem do torneio a dirigir uma decisão, US Open em 2008, Wimbledon em 2011 e as finais de duplas no US Open em 2010 e no Australian Open em 2012.

A tranquilidade e a simpatia de Carlos Bernardes vão além das quadras. É assim que ele atende os fãs que o abordam para tirar uma foto, enquanto caminha pelo complexo de Roland Garros. E foi assim, com a mesma educação, que ele abriu o jogo e falou sobre a vida e a carreira ao Tennis Report, após uma partida de duplas no Grand Slam francês. Um brasileiro para se espelhar e se orgulhar. Confira!

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Uma estreia dramática

belluccirgThomaz Bellucci estreia com vitória em Roland Garros (Foto: EFE)

Uma estreia dramática, mas com final feliz. Assim foi a primeira partida disputada por Thomaz Bellucci na chave principal desta edição de Roland Garros. O brasileiro abriu o jogo facilmente em 2 sets a 0, deixou o alemão Benjamin Becker empatar, pra desespero da torcida que compareceu em peso à Quadra 5 do complexo em Paris, e fechou a partida em 3 sets a 2.

Número 1 do país e 108º no ranking da ATP, Bellucci avança à segunda rodada do torneio e terá um difícil duelo pela frente. Seu adversário será o italiano Fabio Fognini, 14º cabeça de chave e uma das revelações da temporada.

O Tennis Report bateu um papo com o tenista brasileiro logo após a vitória. Thomaz Bellucci falou sobre os pontos altos e baixos da partida, os problemas físicos que têm atrapalhado seu desempenho este ano, a sensação de jogar em Roland Garros e a importância do apoio da torcida aqui em Paris. Confira!

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Inesperadamente Roland Garros

RG classementCampeões de Roland Garros nos últimos dez anos (Foto: AFP)

O segundo Grand Slam do ano começou e, como não poderia ser diferente, já traz muita expectativa, previsões de duelos inesquecíveis, promessa de casa cheia e, claro, muita chuva pra dar aquele suspense a mais nas próximas semanas. Tudo perfeitamente dentro do esperado se não fosse apenas um detalhe.

Diferentemente dos anos anteriores, Roland Garros não tem um único favorito ao título e esta edição já é considerada a mais aberta dos últimos dez anos. Basta analisarmos a temporada 2014 desde o início. Independentemente da superfície e do ranking, Rafael Nadal, Novak Djokovic, Roger Federer e Andy Murray ainda mantêm a superioridade, mas já não são imbatíveis como antes, seja qual for o torneio. Além disso, novos talentos como Kei Nishikori, Grigor Dimitrov, Milos Raonic e velhos conhecidos como Stanislas Wawrinka têm ameaçado brilhantemente o reinado dos “Big Four”.

A mesma imprevisibilidade vemos na chave de duplas. A invencibilidade de Bob e Mike Bryan não é mais absoluta já há algum tempo, apesar dos gêmeos norteamericanos ainda serem uma das melhores duplas da história. Hoje o caminho está livre para outros grandes nomes do circuito, como Daniel Nestor e Nenad Zjmonic, Lukas Kubolt e Robert Lidsted, Bruno Soares e Alexander Peya, Marcelo Melo e Ivan Dodig, a dupla-revelação de 2014 Juan Cabal e Robert Farah, entre outros.

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Os 80 anos da Lacoste

  • Publicado em Moda

 Guga Lacoste-2Gustavo Kuerten, embaixador da Lacoste

Moda e tênis, uma parceria de sucesso. Antes mesmo do esporte se profissionalizar, alguns jogadores já lançavam suas próprias coleções e nem imaginavam que elas dominariam o mercado por tantos anos.

A famosa grife do "crocodilo" foi fundada por René Lacoste em 1933. O tenista recebeu o apelido de "Le Crocodile" pela imprensa americana, por causa de uma aposta que fez com o capitão da equipe, caso ele ganhasse uma partida pela Copa Davis em 1927. E levou o prêmio: uma pasta de pele de crocodilo. Assim, o animal virou o símbolo da tradicional marca francesa.

E como o tempo voa, a Lacoste acaba de completar 80 anos! A comemoração só poderia ser em grande estilo: durante o charmoso torneio de Roland Garros.

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De carona pra Roland Garros

roadRG-2Guillaume Dolmans, o motorista-entrevistador do programa "Road to Roland Garros" (Foto: Divulgação)

O que seria mais fascinante do que passear de carro pelas ruas de Paris?

Dar uma caroninha e, ao mesmo tempo, bater um papo descontraído e muito divertido com os principais tenistas que disputam o torneio de Roland Garros!

Esse é o dia-a-dia de Guillaume Dolmans, o ator de 32 anos que conduz as entrevistas enquanto leva os jogadores do hotel para o complexo, a bordo de um Peugeot. Há dois anos ele é o apresentador do “Road to Roland Garros”, programa transmitido durante os intervalos dos jogos, e já faz tanto sucesso quanto qualquer tenista do circuito.

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Chove chuva!

chuvaRGFestival do guarda-chuva em Roland Garros (Foto: Petr David Josek/AP)

Pela regra, um jogo de tênis tem hora pra começar e é difícil saber quando pode terminar. Mas, nesta edição de Roland Garros, a regra está sendo quebrada e a chuva tem sido a grande vilã em Paris.

O mau tempo não é nenhuma novidade nesta época do ano e já era previsto na primeira semana do torneio, mas o que muita gente não esperava eram tantos atrasos e interrupções ao longo de quase todos os dias.

A paralização pode até ser favorável para os tenistas que estão em desvantagem na partida e voltam com fôlego e mente renovados para a quadra. Mas pode ser um problema para quem está num bom momento de jogo. Sem contar que todos perdem o ritmo e são obrigados a aquecer novamente toda vez que voltam do vestiário.

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“A divina” Suzanne Lenglen

 suzanne wimbledonSuzanne Lenglen - Wimbledon

Bem antes de Martina Hingis, Gabriela Sabatini e Maria Sharapova encantarem o público, dentro e fora das quadras, o mundo do tênis já tinha uma grande estrela. Não só pela leveza e agilidade com que jogava, mas também por vencer preconceitos numa época em que o esporte era território exclusivo do público masculino.

Suzanne Lenglen sofria de asma e encontrou no tênis uma maneira de melhorar o problema de saúde. Ganhou a primeira raquete aos 11 anos de idade e começou a jogar na quadra de saibro construída no quintal de casa, no interior da França. Vendo o talento da filha, o pai logo virou seu treinador e a levou para o Tênis Clube de Nice.

O sucesso veio rápido: com apenas 15 anos, Suzanne chegou à final de Roland Garros, mas perdeu para Marguerite Broquedis. As primeiras vitórias aconteceram nos campeonatos mundiais de saibro em Saint-Cloud.

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