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Uma estreia dramática

belluccirgThomaz Bellucci estreia com vitória em Roland Garros (Foto: EFE)

Uma estreia dramática, mas com final feliz. Assim foi a primeira partida disputada por Thomaz Bellucci na chave principal desta edição de Roland Garros. O brasileiro abriu o jogo facilmente em 2 sets a 0, deixou o alemão Benjamin Becker empatar, pra desespero da torcida que compareceu em peso à Quadra 5 do complexo em Paris, e fechou a partida em 3 sets a 2.

Número 1 do país e 108º no ranking da ATP, Bellucci avança à segunda rodada do torneio e terá um difícil duelo pela frente. Seu adversário será o italiano Fabio Fognini, 14º cabeça de chave e uma das revelações da temporada.

O Tennis Report bateu um papo com o tenista brasileiro logo após a vitória. Thomaz Bellucci falou sobre os pontos altos e baixos da partida, os problemas físicos que têm atrapalhado seu desempenho este ano, a sensação de jogar em Roland Garros e a importância do apoio da torcida aqui em Paris. Confira!

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Inesperadamente Roland Garros

RG classementCampeões de Roland Garros nos últimos dez anos (Foto: AFP)

O segundo Grand Slam do ano começou e, como não poderia ser diferente, já traz muita expectativa, previsões de duelos inesquecíveis, promessa de casa cheia e, claro, muita chuva pra dar aquele suspense a mais nas próximas semanas. Tudo perfeitamente dentro do esperado se não fosse apenas um detalhe.

Diferentemente dos anos anteriores, Roland Garros não tem um único favorito ao título e esta edição já é considerada a mais aberta dos últimos dez anos. Basta analisarmos a temporada 2014 desde o início. Independentemente da superfície e do ranking, Rafael Nadal, Novak Djokovic, Roger Federer e Andy Murray ainda mantêm a superioridade, mas já não são imbatíveis como antes, seja qual for o torneio. Além disso, novos talentos como Kei Nishikori, Grigor Dimitrov, Milos Raonic e velhos conhecidos como Stanislas Wawrinka têm ameaçado brilhantemente o reinado dos “Big Four”.

A mesma imprevisibilidade vemos na chave de duplas. A invencibilidade de Bob e Mike Bryan não é mais absoluta já há algum tempo, apesar dos gêmeos norteamericanos ainda serem uma das melhores duplas da história. Hoje o caminho está livre para outros grandes nomes do circuito, como Daniel Nestor e Nenad Zjmonic, Lukas Kubolt e Robert Lidsted, Bruno Soares e Alexander Peya, Marcelo Melo e Ivan Dodig, a dupla-revelação de 2014 Juan Cabal e Robert Farah, entre outros.

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Os 80 anos da Lacoste

  • Publicado em Moda

 Guga Lacoste-2Gustavo Kuerten, embaixador da Lacoste

Moda e tênis, uma parceria de sucesso. Antes mesmo do esporte se profissionalizar, alguns jogadores já lançavam suas próprias coleções e nem imaginavam que elas dominariam o mercado por tantos anos.

A famosa grife do "crocodilo" foi fundada por René Lacoste em 1933. O tenista recebeu o apelido de "Le Crocodile" pela imprensa americana, por causa de uma aposta que fez com o capitão da equipe, caso ele ganhasse uma partida pela Copa Davis em 1927. E levou o prêmio: uma pasta de pele de crocodilo. Assim, o animal virou o símbolo da tradicional marca francesa.

E como o tempo voa, a Lacoste acaba de completar 80 anos! A comemoração só poderia ser em grande estilo: durante o charmoso torneio de Roland Garros.

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De carona pra Roland Garros

roadRG-2Guillaume Dolmans, o motorista-entrevistador do programa "Road to Roland Garros" (Foto: Divulgação)

O que seria mais fascinante do que passear de carro pelas ruas de Paris?

Dar uma caroninha e, ao mesmo tempo, bater um papo descontraído e muito divertido com os principais tenistas que disputam o torneio de Roland Garros!

Esse é o dia-a-dia de Guillaume Dolmans, o ator de 32 anos que conduz as entrevistas enquanto leva os jogadores do hotel para o complexo, a bordo de um Peugeot. Há dois anos ele é o apresentador do “Road to Roland Garros”, programa transmitido durante os intervalos dos jogos, e já faz tanto sucesso quanto qualquer tenista do circuito.

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Chove chuva!

chuvaRGFestival do guarda-chuva em Roland Garros (Foto: Petr David Josek/AP)

Pela regra, um jogo de tênis tem hora pra começar e é difícil saber quando pode terminar. Mas, nesta edição de Roland Garros, a regra está sendo quebrada e a chuva tem sido a grande vilã em Paris.

O mau tempo não é nenhuma novidade nesta época do ano e já era previsto na primeira semana do torneio, mas o que muita gente não esperava eram tantos atrasos e interrupções ao longo de quase todos os dias.

A paralização pode até ser favorável para os tenistas que estão em desvantagem na partida e voltam com fôlego e mente renovados para a quadra. Mas pode ser um problema para quem está num bom momento de jogo. Sem contar que todos perdem o ritmo e são obrigados a aquecer novamente toda vez que voltam do vestiário.

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“A divina” Suzanne Lenglen

 suzanne wimbledonSuzanne Lenglen - Wimbledon

Bem antes de Martina Hingis, Gabriela Sabatini e Maria Sharapova encantarem o público, dentro e fora das quadras, o mundo do tênis já tinha uma grande estrela. Não só pela leveza e agilidade com que jogava, mas também por vencer preconceitos numa época em que o esporte era território exclusivo do público masculino.

Suzanne Lenglen sofria de asma e encontrou no tênis uma maneira de melhorar o problema de saúde. Ganhou a primeira raquete aos 11 anos de idade e começou a jogar na quadra de saibro construída no quintal de casa, no interior da França. Vendo o talento da filha, o pai logo virou seu treinador e a levou para o Tênis Clube de Nice.

O sucesso veio rápido: com apenas 15 anos, Suzanne chegou à final de Roland Garros, mas perdeu para Marguerite Broquedis. As primeiras vitórias aconteceram nos campeonatos mundiais de saibro em Saint-Cloud.

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Uma caixinha de surpresas

 caixargRoland Garros (Foto: Jacques Demarthon/AFP)

O segundo Grand Slam do ano já começou. Ao contrário dos anos anteriores, o torneio sobre a terra francesa traz, nesta edição, mais incerteza e menos apostas.

Se analisarmos por alto tudo o que já rolou este ano, seja no cimento ou no saibro, o início da temporada 2013 pode ser resumido em poucas palavras: uma caixinha de surpresas.

Seja com os Big 4, os jogadores top 10 ou com a nova geração que parece já dar as caras. A zebra botou as patas pra fora e parece ter gostado do passeio que tem feito por alguns lugares do mundo.

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Uma aula de jornalismo... em Roland Garros!

matheusparisMatheus nos Jardins do Trocadero

 

Por Matheus Martins Fontes

 

Durante 23 dias tive o privilégio de trabalhar na cobertura de Roland Garros, um dos quatro maiores torneios de tênis do circuito profissional, sediado em Paris. O complexo francês é conhecido por sua riqueza histórica, cultural e também pela beleza: é impossível não avistar a Torre Eiffel do alto da Philippe Chatrier!

Para conseguir a credencial de Roland Garros é necessário preencher um requerimento no site oficial da Federação Francesa de Tênis (FFT) até o mês de março. Nós, da Revista TÊNIS, viajamos com uma credencial provisória para a primeira semana.

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