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De carona pra Roland Garros

roadRG-2Guillaume Dolmans, o motorista-entrevistador do programa "Road to Roland Garros" (Foto: Divulgação)

O que seria mais fascinante do que passear de carro pelas ruas de Paris?

Dar uma caroninha e, ao mesmo tempo, bater um papo descontraído e muito divertido com os principais tenistas que disputam o torneio de Roland Garros!

Esse é o dia-a-dia de Guillaume Dolmans, o ator de 32 anos que conduz as entrevistas enquanto leva os jogadores do hotel para o complexo, a bordo de um Peugeot. Há dois anos ele é o apresentador do “Road to Roland Garros”, programa transmitido durante os intervalos dos jogos, e já faz tanto sucesso quanto qualquer tenista do circuito.

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Chove chuva!

chuvaRGFestival do guarda-chuva em Roland Garros (Foto: Petr David Josek/AP)

Pela regra, um jogo de tênis tem hora pra começar e é difícil saber quando pode terminar. Mas, nesta edição de Roland Garros, a regra está sendo quebrada e a chuva tem sido a grande vilã em Paris.

O mau tempo não é nenhuma novidade nesta época do ano e já era previsto na primeira semana do torneio, mas o que muita gente não esperava eram tantos atrasos e interrupções ao longo de quase todos os dias.

A paralização pode até ser favorável para os tenistas que estão em desvantagem na partida e voltam com fôlego e mente renovados para a quadra. Mas pode ser um problema para quem está num bom momento de jogo. Sem contar que todos perdem o ritmo e são obrigados a aquecer novamente toda vez que voltam do vestiário.

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“A divina” Suzanne Lenglen

 suzanne wimbledonSuzanne Lenglen - Wimbledon

Bem antes de Martina Hingis, Gabriela Sabatini e Maria Sharapova encantarem o público, dentro e fora das quadras, o mundo do tênis já tinha uma grande estrela. Não só pela leveza e agilidade com que jogava, mas também por vencer preconceitos numa época em que o esporte era território exclusivo do público masculino.

Suzanne Lenglen sofria de asma e encontrou no tênis uma maneira de melhorar o problema de saúde. Ganhou a primeira raquete aos 11 anos de idade e começou a jogar na quadra de saibro construída no quintal de casa, no interior da França. Vendo o talento da filha, o pai logo virou seu treinador e a levou para o Tênis Clube de Nice.

O sucesso veio rápido: com apenas 15 anos, Suzanne chegou à final de Roland Garros, mas perdeu para Marguerite Broquedis. As primeiras vitórias aconteceram nos campeonatos mundiais de saibro em Saint-Cloud.

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Uma caixinha de surpresas

 caixargRoland Garros (Foto: Jacques Demarthon/AFP)

O segundo Grand Slam do ano já começou. Ao contrário dos anos anteriores, o torneio sobre a terra francesa traz, nesta edição, mais incerteza e menos apostas.

Se analisarmos por alto tudo o que já rolou este ano, seja no cimento ou no saibro, o início da temporada 2013 pode ser resumido em poucas palavras: uma caixinha de surpresas.

Seja com os Big 4, os jogadores top 10 ou com a nova geração que parece já dar as caras. A zebra botou as patas pra fora e parece ter gostado do passeio que tem feito por alguns lugares do mundo.

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Uma aula de jornalismo... em Roland Garros!

matheusparisMatheus nos Jardins do Trocadero

 

Por Matheus Martins Fontes

 

Durante 23 dias tive o privilégio de trabalhar na cobertura de Roland Garros, um dos quatro maiores torneios de tênis do circuito profissional, sediado em Paris. O complexo francês é conhecido por sua riqueza histórica, cultural e também pela beleza: é impossível não avistar a Torre Eiffel do alto da Philippe Chatrier!

Para conseguir a credencial de Roland Garros é necessário preencher um requerimento no site oficial da Federação Francesa de Tênis (FFT) até o mês de março. Nós, da Revista TÊNIS, viajamos com uma credencial provisória para a primeira semana.

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