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Arte na bolinha

bolinha2Bolinhas customizadas por artistas são sucesso no Brasil Open

Lojas, comidinhas, bebidas, sessões de fotos e autógrafos, entretenimento e muita diversão. No boulevard do Brasil Open tem opções que agradam a todos os gostos. Mas uma atração, em especial, tem chamado a atenção do público que passeia pelas charmosas alamedas do Clube Pinheiros: a customização de bolinhas de tênis. Crianças, adolescentes, adultos, praticantes do esporte ou não. Todo mundo quer registrar sua marca pessoal e levar a amarelinha - que nem sempre continua assim depois do resultado final - pra casa.

A fila é grande. “Mais de mil e duzentas pessoas já garantiram sua bola customizada, uma média de 250 por dia e, até a final no domingo, muitas outras ainda devem passar por aqui. O cliente vem com uma idéia na cabeça e nossos artistas colocam essa idéia em prática nas bolinhas”, diz Renato Vegas, coordenador do stand. Entre pincéis, tintas, canetas e sprays estão os artistas responsáveis pelas obras de arte que atraem todos os olhares e já viraram objeto de desejo de todo fã de tênis.

Otavio Costa Braga e Felipe Carvalho foram escolhidos após uma seleção entre grafiteiros e desenhistas consagrados, para realizarem o trabalho durante o Brasil Open. Otavio trabalha há 23 anos como desenhista, começou com grafite e hoje tem um estúdio de tatuagem. “Nunca tive essa experiência com bolinhas de tênis antes, é trabalhoso porque elas são bem peludas e dificultam um pouco o processo, mas estamos conseguindo fazer o trabalho”.

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Tênis paralímpico: emoção, inspiração e superação

ParalympicsGB Rio 2016 wheelchair tennis teamTenistas da equipe inglesa paralímpica RIO 2016 (Foto: Federação Inglesa do Desporto para Deficientes/EFDS)

Um dia de muita inspiração, emoção e inclusão social por meio do esporte. Foi assim que o grupo de atletas amadores da ONG Empresto Minhas Pernas by Fast Wheels acompanhou os treinos dos tenistas da equipe inglesa paralímpica, antes dos Jogos Rio 2016. Os integrantes do projeto sediado em Santos, litoral paulista, tiveram a oportunidade de conhecer alguns dos melhores atletas do mundo na modalidade paralímpica, que os receberam na Academia Play Tennis, em São Paulo.

Além da tradição no tênis, a Inglaterra veio com um time de peso para os Jogos RIO 2016. Entre os grandes nomes da equipe estão: Jordanne Whiley (ranking 4) e Lucy Shuker (ranking 7), Louise Hunt (ranking 13), Alfie Hewett  (ranking 14), Dave Phillipson (ranking 24), Marc McCarroll (ranking 20), Gordon Reid (ranking 5), Andy Lapthorne (ranking 4), Jamie Burdekin (ranking 7) e Antony Cotterill (ranking 9).

Doz dez jogadores, oito integraram o time que disputou a última edição dos Jogos Paralímpicos. Entre eles, três subiram ao pódio em Londres 2012: Jordanne Whiley (prata), Lucy Shuker (bronze) e Andy Lapthorne (prata). E três foram campeões de Grand Slam recentemente: Jordanne Whiley (duplas Roland Garros e Wimbledon 2016), Gordon Reid (duplas Australian Open, Roland Garros e Wimbledon 2016) e Andy Lapthorne (simples Australian Open 2014 e duplas Roland Garros 2016).

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O museu de Rafael Nadal

 museu rafael-nadalA história de Rafael Nadal no Sport Xperience Museum

Um espaço interativo com jogos, simuladores, objetos pessoais e inúmeros troféus conquistados ao longo da carreira, desde os campeonatos juvenis até os mais recentes títulos em torneios ATP, Masters 1000 e Grand Slams. A história de sucesso de um dos tenistas mais importantes da Era Aberta agora está registrada no Sport Xperience Museum. Presentes dados por atletas e amigos de outros esportes como Pau Gasol, Jorge Lorenzo, Fernando Alonso, Messi e Ronaldo também fazem parte do incrível acervo.

O museu, aberto ao público, fica dentro do mega complexo Rafa Nadal Sports Centre, que ainda está em fase de construção em Manacor, sua cidade natal. O objetivo do futuro centro internacional de tênis de alta performance, patrocinado pelo tenista espanhol, é atrair jovens do mundo todo, com idades entre 8 e 17. O local vai contar com uma escola, um centro de treinamento de tênis - com quadras outdoor e indoor, academia, piscina coberta, salas de recuperação e um campo de futebol - e também uma área para residência dos estudantes.

O orçamento do projeto está avaliado em cerca de 20 milhões de euros e Nadal vai arcar com 5% dos custos da construção, para ajudar a promover o tênis na Espanha. O Rafa Nadal Sports Centre também vai abrigar a sede da Fundação Rafa Nadal, que utiliza o esporte como forma de inclusão social de crianças menos favorecidas de Manacor. O Tennis Report mostra um pouquinho do museu pra você!

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Bola Dentro: a partida para uma vida melhor

BD 2Flávio Saretta, novo embaixador do Bola Dentro

As quadras do Parque Villa-Lobos celebraram uma data importante na história da inclusão social, por meio do tênis, no Brasil: os 11 anos do Projeto Bola Dentro que, desde 2005, se dedica à formação sócio-educativa de crianças e adolescentes de baixa renda, residentes em áreas de vulnerabilidade da cidade de São Paulo.

Crianças, jovens, profissionais do tênis e incentivadores do esporte se reuniram para acompanhar a apresentação dos novos uniformes e o desafio de duplas disputado entre alunos e representantes das novas empresas patrocinadoras: Itaú, Rede e Raízen. Após a cerimônia de premiação, Flávio Saretta foi anunciado como embaixador e porta-voz das atividades sociais do Bola Dentro e o público relembrou os grandes momentos vividos pelo tricampeão do Aberto de São Paulo. O evento terminou com um brunch e um bolo de aniversário para os convidados.

“É uma sensação incrível. Nessas horas percebo que todo o esforço valeu a pena. Um projeto sério, onde muitas crianças e jovens são transformados em cidadãos, em pessoas melhores e o mais gratificante: através do esporte que mais amo. Estou muito honrado e emocionado com o convite. Levarei para onde eu for o nome do Bola Dentro”, diz Saretta.

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As flores de Wimbledon

  • Publicado em Moda

nikecourt-liberty-collection-2Vejo flores em você! NikeCourt x Liberty Air Zoom Vapor 9.5

É primavera no hemisfério norte. A temporada de grama chega para celebrar uma das estações preferidas entre os britânicos. Enquanto as quadras do All England Club estão mais verdes do que nunca, as ruas se enfeitam para celebrar o torneio mais tradicional da história e as vitrines ficam mais coloridas.

E, para não fugir à regra, é nessa época que antecede um Grand Slam que também são lançadas as coleções comemorativas de cada torneio. Pensando nos jogos de Wimbledon e nas belas paisagens que surgem durante a estação mais florida em Londres, a gigante dos esportes Nike e a loja de departamentos Liberty London se unem outra vez para lançar uma coleção bem bacana.

A “NikeCourt x Liberty” traz, nos modelos de tênis, os famosos e característicos florais da marca britânica. Batizadas de Dawn Meadow (campina da alvorada), as estampas pintadas à mão misturam flores como anêmona branca, morrião-dos-passarinhos, london pride e cornus sanguínea, encontradas nos jardins ingleses e nos campos do Reino Unido nesta época do ano.

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Silence s'il vous plaît!

  • Publicado em Moda

 lacoste-2Coleção cápsula da Lacoste para Roland Garros 2016

Os olhares do tênis estão em Paris. Do qualifying até a grande final, o esporte branco invade a capital francesa. Mas, não só a bolinha amarela e os guarda-chuvas são os grandes destaques do segundo Grand Slam do ano. É nessa época que também surgem parcerias bem bacanas entre grandes marcas, afinal a cidade-luz também é a capital da moda.

E quando o assunto é tênis e moda, sem dúvida, a Lacoste é referência absoluta em estilo, conforto e elegância dentro e fora das quadras. Não é à toa que a marca criada por René Lacoste é uma das principais empresas patrocinadoras de Roland Garros, uma parceria que rende bons frutos há 45 anos. O sucesso é tanto que a tradicional grife francesa sempre lança uma coleção comemorativa para cada edição do torneio.

Em 2016, não foi diferente. A Lacoste lançou uma coleção cápsula em homenagem ao ex-tenista francês, cinco vezes campeão de Roland Garros, entre títulos de simples e duplas. Batizada de “Silence s’il vous plaît”, a edição limitada celebra a elegância clássica e atemporal dos grandes campeões dos anos 20 e aposta em frases divertidas e típicas do esporte. Très chic!

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Honey Deuce: o coquetel oficial do US Open

honey deuceCheers!

Sol, calor, muitas cores e uma multidão de fãs de tênis invadem Nova York. Nesse clima contagiante acontece o último Grand Slam da temporada, que chega para aquecer ainda mais o verão nas quadras rápidas norte-americanas. Previsões, sorteio das chaves, surpresas e zebras à parte, uma coisa é certa: ninguém resiste a um bom drink para acompanhar as partidas durante o US Open.

Além das clássicas limonadas aromatizadas em diversos sabores, outra bebida faz parte do menu nos bares do complexo Billie Jean King desde 2007 e é sucesso absoluto entre o público. É o Honey Deuce, coquetel criado por Nick Mautone, mestre mixologista da Grey Goose, especialmente para refrescar as altas temperaturas e a grande umidade que toma conta de Flushing Meadows nessa época do ano.

E já virou tradição. Quem está no US Open faz questão de experimentar esse drink tão famoso e, claro, levar o copo de lembrança na mala. Mas, não é preciso ir até Nova York para degustar o coquetel mais badalado dos torneios de tênis. A receita é super simples e dá para fazer em casa numa boa, mesmo que você não seja um barman ou especialista. Afinal, nada melhor do que acompanhar as partidas do último Grand Slam de 2015 com o gostinho oficial do torneio!

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Arte em apenas um clique

 photographersFotógrafos em ação no Australian Open (Jason Reed/Reuters)

Eles estão ali, em uma parte reservada na beira da quadra. No silêncio da partida, só o que se ouve são os inúmeros disparos dos cliques. Com uma câmera na mão e infinitas possibilidades, os fotógrafos de tênis conseguem captar mais do que simples imagens. Através das lentes de última geração, esses profissionais registram o que os olhos, muitas vezes, não conseguem enxergar.

Se o tênis já é um esporte admirado pela beleza, técnica e perfeição de movimentos, captar cada um desses momentos é pura arte! Uma história que começou em 1837, quando Louis Daguerre fixou uma imagem, por processos químicos, pelo daguerreótipo. Graças à invenção, que recebeu a classificação da Academia Francesa de Ciências em 19 de Agosto de 1839, hoje é possível eternizar qualquer momento.

No museu do International Tennis Hall of Fame, em Newport, nos Estados Unidos, é possível conhecer a câmera que a ex-tenista americana Hazel Hotchkins deu de presente para a compatriota Sarah Palfrey registrar sua primeira participação em Wimbledon, em 1935. Uma verdadeira relíquia do tênis e da fotografia!

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Sunday Middle Sunday

middle keepMiddle Sunday, o dia de folga em Wimbledon

Tradição. Valores, costumes e bens culturais transmitidos de geração a geração, por serem considerados valiosos em uma sociedade. No tênis, esse ritual continua mais vivo do que nunca, um dos motivos pelos quais esse esporte é tão especial. Cada torneio tem suas peculiaridades e o mais antigo de todos sabe muito bem como sobreviver, firme e forte, com seu próprio ritual, ao longo dos anos.

Quadras de grama, morangos com creme, royal box, silêncio descomunal, ingressos esgotados, ausência de propagandas e entrevistas nas quadras, dias chuvosos, outfits exclusivamente brancos para os jogadores, que saem sempre juntos ao final da partida, uniformes clássicos no estilo vintage para os juizes e um dia de folga.

Desde 1877, as quadras do All England Lawn Tennis and Crocquet Club recebem o torneio de Wimbledon, que começa no final de junho e termina no início de julho. São catorze dias de muita emoção, surpresas e casa cheia. Menos no domingo entre a primeira e a segunda semanas do campeonato. É o “Middle Sunday”, um dia de descanso no cronograma do Grand Slam inglês.

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Das quadras para os gramados

 fut fognaFabio Fognini: “Palmeiras, scoppia che la vittoria è nostra”

Do avião para o hotel, do hotel para a quadra, da quadra para a academia, da academia para o hotel, do hotel para o avião novamente. Vida de tenista é assim, falta tempo, sobram compromissos que devem ser cumpridos religiosamente onde quer que estejam. Ou seja, sempre a mesma rotina. Quase sempre.

Nas poucas horas de folga na agenda, o jeito é aproveitar e curtir cada minuto fazendo o que mais gosta. Faz bem descansar o corpo e, principalmente, a mente. Alguns jogadores gostam de explorar a culinária local e visitar bons restaurantes. Outros preferem conhecer pontos turísticos pelas cidades onde passam. E há quem não abra mão de curtir alguns eventos esportivos.

Mas, quando o assunto é esporte, não tem jeito! O futebol é mesmo a segunda modalidade na vida de quase todos os tenistas. E nada melhor do que prestigiar grandes clássicos e eternos ídolos dos gramados, é claro, no país do futebol. Aproveitando uma brecha na semana do Brasil Open, os craques do saibro não perderam tempo e correram para o estádio em São Paulo.

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