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Por trás das câmeras com Narck Rodrigues

No intervalo das transmissões do Rio Open, Narck Rodrigues bateu um papo com o Tennis Report e falou sobre a atual fase do tênis nacional, o trabalho realizado em prol do esporte, a prioridade pelo futebol nas emissoras brasileiras e o segredo para se fazer uma boa transmissão. Confira a entrevista exclusiva com um dos melhores comentaristas esportivos do Brasil.

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3, 2, 1 ... no ar!

DSCN5510Cabine de transmissão do SporTV no Rio Open

Você liga a TV e lá estão as imagens da quadra, do público e dos jogadores. A voz inconfudível do narrador e a informação precisa do comentarista também. Tudo pronto para mais um dia de transmissão. Parece fácil, não é? Mas por trás das câmeras a realidade é outra. Um verdadeiro batalhão trabalha pesado para que os telespectadores não percam nenhum lance da partida.

A maioria dos torneios que assistimos pela TV no Brasil são internacionais e os canais locais recebem o sinal para a retransmissão. Mas quando o evento é aqui, o trabalho é diferente. No Rio Open, os direitos autorais são da ATP Media, mas as imagens são feitas e geradas pelo SporTV, canal oficial do torneio pelos próximos cinco anos. A equipe saiu da emissora e se instalou no Jóquei Club Brasileiro, onde mantém um contato real com os jogadores, o público e a mídia.

São 98 pessoas responsáveis pela engenharia e 36 envolvidas com jornalismo e eventos que, há seis meses trabalham no planejamento da transmissão, gerada a 105 países. A possibilidade de sair da cabine e interagir com a torcida dá um outro colorido ao evento e à transmissão, além de garantir uma infinidade de opções e um material com mais qualidade jornalística. O Tennis Report acompanhou de perto o trabalho de transmissão do Rio Open e conta os detalhes pra você, leitor e telespectador, que sempre quis saber um pouco mais sobre o outro lado da telinha.

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